Resultados da pesquisa

O Ingresso de Engenheiros Recém-formados no Mercado de Trabalho Brasileiro

19 de Julho de 2013

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Esta pesquisa foi realizada no LinkedIn em Junho/Julho de 2013 com o objetivo de analisar o mercado de trabalho e o perfil de engenheiros recém-formados de todo Brasil em sua busca pelo primeiro emprego.

A pesquisa on-line obteve 500 respostas entre engenheiros e estudantes de engenharia, sendo 209 engenheiros com ao menos uma experiência de trabalho após formado.

Os tópicos a seguir sintetizam os resultados analisados em toda a pesquisa. Para visualizar a análise gráfica de todas as respostas acesse a aba Estatísticas.

VISÃO GERAL

Falta de engenheiros faz com que profissão esteja em alta no Brasil: Um engenheiro recém-formado pode ganhar até R$ 5 mil mais benefícios.” foi notícia de Março de 2013 no Jornal Hoje da Globo.

Brasil tem déficit de 40 mil engenheiros: A escassez de profissionais para trabalhar em campo com infraestrutura melhora propostas salariais, mas prejudica a produção tecnológica do país e reduz a quantidade de mestres e doutores” (Março de 2012). “Crescimento do país força demanda por engenheiros: Previsão de aquecimento econômico esbarra em gargalos na formação de novos profissionais” (Março de 2011). Essas foram notícias na Gazeta do Povo nos últimos anos.

Já é fato que essas matérias não condizem com a realidade de muitos engenheiros recém-formados. Ao mesmo tempo em que surgem essas notícias, tem sido observado muitos engenheiros alertando da dificuldade de se conseguir o primeiro emprego, em especial devido à falta de experiência e exigências do mercado. Além disso, poucas são as vagas que oferecem uma oportunidade para o recém-formado iniciar sua carreira oferecendo ao mínimo o salário piso do Engenheiro.

De acordo com o CREA, o piso salarial para o profissional de Engenharia é de 8,5 salários mínimos com atuação de 8 horas diárias. Isso hoje representa, de acordo com o salário mínimo nacional de R$ 678,00, mais de 5,7 mil reais. Entretanto, essa pesquisa realizada no LinkedIn revelou que apenas 31,3% dos Engenheiros recém-formados desde 2009 tiveram salários de 4 mil reais ou mais em seu primeiro emprego (considerando a variação do salário mínimo desde 2009). Apenas 31% atuam como Engenheiro Júnior em seu primeiro emprego, os demais atuam como analistas, técnicos, auxiliares ou outros cargos em que não é necessário o pagamento do piso de Engenheiro. Então onde está a valorização citada pela mídia?

Faixa salarial do primeiro emprego (2009 - 2013)

Faixa salarial do primeiro emprego (2009 – 2013)

A pesquisa também apresenta que apenas 13,6% dos engenheiros conseguiram emprego antes mesmo de se formar, enquanto isso 35,6% levou mais de seis meses procurando pela primeira oportunidade (ou ainda estão procurando).

A maneira como conseguiram o primeiro emprego também é interessante, 28,2% dos engenheiros conquistaram esta etapa por indicação e 28,7% foram contratados do estágio ou já eram contratados na empresa durante a graduação.  Nos demais casos há conquista da vaga por sites pagos, sites gratuitos, envio direto de currículo para empresa, entre outros, representando ainda assim uma minoria.

Muitos dos engenheiros ainda citaram em informações adicionais que devido à falta de oportunidades resolveram iniciar uma pós-graduação com o objetivo de se capacitar. No entanto, para a maioria deles, as barreiras continuam as mesmas pois o que o mercado exige é experiência.

PRECONCEITO

A pesquisa revela um grande preconceito com relação ás faculdades particulares. Para os graduados em instituições públicas 40,2% recebem 4 mil reais ou mais em seu primeiro emprego, contra apenas 22,4% para os formados em faculdade privada. Os perfis são parecidos, mas as oportunidades são diferentes: 46,5% dos engenheiros das faculdades particulares nunca realizaram nenhuma atividade extracurricular durante a graduação enquanto que apenas 24,5% dos engenheiros da faculdade pública estão neste perfil.

O mesmo vale para o nível de inglês, apenas 33,6% em faculdades privadas falam inglês em nível avançado ou fluente, contra 61,5% nas faculdades públicas. Isto pode gerar resultados como os observados nos candidatos aprovados em programas de trainee: 61% são de faculdades públicas, concordando com o estudo divulgado pela Exame.com sobre “O que os finalistas de programas de trainee têm em comum”.

Outros estudos também apontam esta preferência para os formados em engenharia de uma maneira geral, como a notícia da UOL  em Faculdade pública ou privada? Veja como é visto cada profissional: “… existe uma preferência por estudantes de universidades públicas, por conta da metodologia de ensino, que muitas empresas entendem ser mais exigente (…) as multinacionais, especialmente em áreas como engenharia, acabam absorvendo mais profissionais vindos de universidades mantidas pelo governo”.

Em contrapartida, ainda é valido o item citado na mesma matéria da UOL quanto a comparação entre um candidato graduado em faculdade privada com experiência e um estudante de faculdade pública sem experiência, o candidato da escola privada ainda pode levar vantagem. “A experiência é muito valorizada nas organizações”, isto é visível pela grande quantidade de vagas que exigem anos de experiência como pré-requisito, limitando a busca para aqueles que estudaram em públicas (em sua maioria em período integral).

Já com relação ás mulheres recém-formadas, a pesquisa não revelou grandes dificuldades. Estudos sobre a desigualdades de gênero  apontam que as mulheres estudam mais e mesmo assim recebem menores salários, no entanto a pesquisa não mostrou este problema para as recém-formadas em engenharia. De acordo com as respostas 39% das mulheres recebem salário igual ou superior a 4 mil reais, e para os homens esta porcentagem é bem menor: 27,8%.

Porém, ao comparar as capacitações, pode-se observar que as mulheres estão na frente, talvez justificando a diferença salarial. Elas fazem mais atividades extracurriculares (74,4% das mulheres e apenas 58,8% dos homens), têm mais vivência no exterior (29,5% no caso delas, e 24,2% para eles), melhor nível de inglês (49,2% falam fluentemente ou em nível avançado e para o mesmo caso 44% dos homens) e praticam mais atividades voluntárias (59,5% contra 45,6% dos homens). Apenas perdem para os homens na realização de cursos técnicos (somente 37,2% delas realizaram qualquer tipo de curso técnico, enquanto entre eles são 54,6%). Este fato confirma que as mulheres são mais ativas dentro da engenharia e ao menos em nível de recém-formadas não estão colocadas em vagas com salários mais baixos.

QUEM LEVA MAIS VANTAGEM

Inglês fluente, vivência no exterior, meses de estágio, curso técnico…. Este é um perfil que ajuda muito para quem não tem experiência, mas muitas vezes não é suficiente. A pesquisa aponta que 28,2% dos empregados conseguiram emprego por indicação, 19,1% foram contratados do estágio e 9,6% já eram contratados na empresa durante a graduação. Este perfil totaliza mais da metade dos casos de engenheiros recém-formados empregados. Para muitos esta realidade não é possível pela falta de contatos e por não ter a oportunidade de contratação no estágio, portanto a luta é muito mais longa.

Uma conclusão para os estudantes: vale a pena se dedicar e conseguir um bom estágio, mesmo que isso leve tempo e atrase a graduação.  É claro que a contratação do estagiário depende do momento que a empresa se apresenta, se existem vagas e se o estagiário se enquadra nas vagas existentes, mas algumas empresas têm maior histórico de efetivação do que outras, portanto focar na busca pode ajudar. E não deixar de lado o investimento em um grande e rico networking, dentro do estágio, da faculdade e até mesmo na vida pessoal. Cada contato pode fazer toda diferença.

Para conseguir um bom estágio o currículo acadêmico será válido, visto que na maioria das vezes o candidato ainda não possui experiência profissional (exceto o caso de vagas de estágio que já vêm exigindo experiência também). Portanto, investir em atividades extracurriculares pode ser crucial, além de um bom preparo para todas as exaustivas fases do processo seletivo.

Mas após este período, se o candidato já estagiou e não foi contratado, também não possui contatos para uma indicação, então pode ser o momento de ampliar sua busca. Candidatos que conseguiram emprego com os métodos “tradicionais” (entrevistas sem indicação), enviaram currículo para mais de 50 empresas. Mas vale lembrar que o salário alcançado ainda assim está bem abaixo do piso de engenharia. Isto revela o porquê de 22,6%dos candidatos já recusaram propostas de emprego devido ao baixo salário.

Considerando todos os perfis que responderam a pesquisa, 30% recebem ou receberam em seu emprego salário superior ou igual a 4 mil reais, apenas 3,5% mais que 6 mil. Estes números revelam bem a realidade do mercado brasileiro: ter um piso salarial definido pelo CREA não significa que o engenheiro vai se formar e receber este valor.

CURSOS COM MELHORES SALÁRIOS

100 dos engenheiros desta pesquisa são formados ou estão cursando engenharia química. As respostas mostram que é um dos cursos com as melhores condições de salário: 48,3% recebem mais de 4 mil reais em seu primeiro emprego, contra 35,6% no curso de engenharia mecânica, 24,1% para elétrica e 21,4% em engenharia de produção. No entanto, são poucos resultados por curso para se atingir uma conclusão consistente. Mas a dificuldade ainda é clara: para todos os cursos citados cerca de 60% dos candidatos procuraram pelo primeiro emprego por mais de três meses.

Os gráficos de cada perfil analisado estão na aba “Estatísticas” para melhor visualização.

CONCLUSÃO

Com tantas exigências do mercado de trabalho e pré-requisitos, ainda permanece algumas perguntas clássicas: Se as empresas não derem oportunidades aos jovens recém-formados, como eles irão adquirir experiências profissionais esperadas? O que pode ser feito para contornar esta situação?

Estes tópicos podemos e devemos continuar em discussão. Agora é possível ter certeza das dificuldades e observar os fatores que ajudam a elevar as chances do candidato, mas sabe-se que ainda assim um bom emprego não é garantido. A solução encontrada pela maioria dos candidatos é iniciar a carreira com salários e cargos inferiores ao de engenheiros, com a esperança de conseguir um nova e melhor posição no futuro.

Sem dúvida, diante a atual situação do mercado da engenharia, para conseguir o emprego dos sonhos é preciso uma boa dose de motivação, persistência e trabalho em equipe.

Desejo a todos sorte e sucesso!

Thais Marques
Estudante do último ano de Engenharia Elétrica (Unesp-Bauru)

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102 responses to “Resultados da pesquisa”

  1. jose GOMEZ says :

    MUITO BOM. PARABENS.

  2. Raquel Barros says :

    Sou engenheira Química formada pela UFRRJ desde 2012 e estou em busca de uma oportunidade de emprego.
    Me ajudem.

  3. George Garcia says :

    Melhor opção! Deixe este país maldito e vá para o exterior, lá eles te recebem de braços abertos. 9º período de Engenharia Elétrica.

    • caue says :

      de braços abertos lkkkkkkkkkkkk voce e muito inocente kkkkkkkkkk!!!!! morei na nova zelandia, argentina, usa e nunca vi isso de braços abertos para nenhum estrangeiro….la vc é exatamente isso ——–“estrangeiro” ponto…….

  4. Paulo Röpke says :

    Excelente texto, realmente uma pesquisa que coincide com o mercado de trabalho atual e real, não o estabelecido pelo CREA ou demais pesquisas sem base estatística.

  5. Fabiano de souza says :

    Sou um pai de familia e estudo em uma faculdade privada e estou indo para o 4 semestre de engenharia eletrica, nao e uma faculdade das grandes e o valor da mensalidade aumentou muito, nao sei se vale apena continuar, pois ja tenho 34 anos e sou um simples motorista q me esforco para pagar, falo ingles intermediario e ganho com meu atual emprego R$ 4.000 mensais. Me ajudem, para vcs que ja sao formado, vcs acham q vale apena eu me esforcar e continuar? Lembrando q tenho total seguranca no meu emprego.

    • George Garcia says :

      Brother vá até o fim, se o Brasil não te quer, vc continuará a ser Engenheiro Elétrico, lá fora vc faz parte da elite intelectual. Se o Brabosta caga para a gente, cague também para ele, em Angola o salário para engenheiro junior é de 5.000,00 dollars. Tenho 42 anos e vou completar a faculdade com 43….

      • caue says :

        isso ai !!!!!! o nivel cultural tambem vale muito!! nao e so grana grana grana .. mas precisamos de pessoas que se formem e sejam cultas…tenho certeza se fizer com amor vai conseguir algo porque vai trabalhar em dobro.. boa sorte …..sou estudante de eng eletrica e tenho 35 anos e so paro quando nao tiver mais nada para estudar

    • caue says :

      fato! 34 anos nao quer dizer nada……. vc faz o seguinte! estude muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiito! e depois com seu crea na mao e com sabedoria e claro! vc pode fazer trabalhos de manutencao predial e reparos, pequenos reparos , que sao considerados migalhas, mas te renderam por volta de 4 mil reais com muito trabalho, neste caminho vem a experiencia, ai vc pega trabalhos maiores em prediso e edificios comerciais e sobe para uns 8 mil por mes, e logo 2 ou 3 predios so iram chamar vc e chhhhhhhhh seus 10 mil reais por mes e uma bagagem cultural na hora de abrir a boca..porque o que de burro tem este brasil nao esta escrito!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! NUNCA MAS NUCA DESISTa nuncaaaaaaaaaaaaaaa….. eu tenho 36 anos estou no segundo periodo, e vou dar um jeito de aprender eletrica naval e que se fodaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa quem te colocar para baixo……..cultura e tudo

  6. romario nathan cabral de valois says :

    parabés , irá me ajuda muito enquanto me preparo para chegar nessa fase do emprego permanente!!!

  7. Fernando says :

    Sou engenheiro de materiais formado pelo Mackenzie e também tenho a engenharia química. Me formei há 3 anos e meio e ainda não consegui entrar na área. Atualmente faço mestrado e tenho fluência nos idiomas inglês e espanhol. Já participei de diversos processos seletivos onde, na maioria das vezes, fui até a fase final mas infelizmente não consegui a vaga. O que devo fazer ? Minha idade atrapalha ? Tenho 35 anos.

    • George Garcia says :

      VC É ÁRVORE?
      SE NÃO É! DÊ O FORA DESTA PÁTRIA MALDITA.
      SE É ENGENHEIRO E POLIGLOTA, ESTÁ FAZENDO O QUE NESTE PAÍS?
      NÃO ESTÁ VENDO QUE ELES FARÃO ENG. ELÉTRICOS PEDIREM ESMOLAS.
      EX: ENG. JUNIOR EM ANGOLA, SALÁRIO 5K ((((DÓLARES))).
      ACORDA MANO!

    • caue says :

      nova zelandia !!!!!!!!!! empresas de construcao civil,,va para la , fique um ano, no sul do país tem uma area de construcao civil e precisam de muitas pessoas……fique la e aprenda e depois pedi um work permit e prove sua formacao que convenhamos e das boas!!!!! duvido que a nova zelandia nao te de work permit e nao volte mais para ca…..

  8. Alexsandro Barbosa says :

    Estou pensando em começar o curso de Engenharia Elétrica, tenho 42 anos. Vale a pena fazer faculdade passar 05 anos estudando depois de ler varias matérias? Eu sou muito determinado e dedicado serei um bom engenheiro.

  9. marcos says :

    Por menos de 2000 eu prefiro pedir esmola no semáforo do que trabalhar como engenheiro

  10. Guilherme Nunes says :

    Sou engenheiro civil recém formado e com muita dificuldade para arrumar o primeiro emprego. Em agosto começo uma pós em segurança do trabalho mas me sinto meio frustrado pela falta de oportunidade.

    • caue says :

      va para california ou interior do estados unidos….aprenda a lidar com construção por la, tudo que puder aprender….dry wall , eletrica, telhados de madeira, construcoes com containers e outras tecnicas, alem de estudar ingles e volte em 2 anos com esta experiencia ……….duvido que vc voltara com a mentalidade de querer trabalhar para alguem……. vc tem crea , foda se as empresas….faz trabalhos pequenos porra…use seu lep topo e ganhe seu dinheiro com pequenas obras a qual as empresas despresam!!!!! vc e engenherio e nao piao !!!!!! penseeeeeeee porra

  11. Borges says :

    Hoje formam engenheiros pela internet e temos os seguintes números 300 mil Eng civil 90 mil eletricistas e 90 mil mecânicos , uma boa parte gastando para fazer especialização de barata e dando mais grana para escolas particares. O mercado está saturado e a maioria vai precarizar no sub emprego .

    • caue says :

      bom se for uma anta , pode ser!!!! Mas bons engenheiros nao precisam de empresas…eletricista e civil muito menos….sempre tem uma casa para reformar ou uma parede para construir….ahhhhhhh!!! claro esses ai sao os acefalos que pensam em status e nao no trabalho!!! claro realmente vc tem razao nesta afirmação!!!!! te digo uma coisa, eu como mergulhador te digo que faltam engenheiros que resolvem e faltam engenheiros que querem mandar e ser visto como chefe!! esses sim sobram por ai…..mas os que resolvem ahhhhhhhhhhhhhhhh e dificil encontrar

  12. andr says :

    Olha gente, discussão por se vale a pena ou não!!! você com ensino superior pensando dessa maneira. Só o seu conhecimento, não ter ficado na ignorância já é uma vitória, há tempos sonhei com o retorno aos estudos, retornei aos 37 anos, ainda estou tentando cursar uma faculdade de engenharia mecânica, e sei que vou conseguir entrar, não só por melhores oportunidades de trabalho, mas sim o saber, nada melhor que o saber.
    Boa sorte a todos, não desista estude e estude, todos temos nossos valores, se não para outros, ao menos a nós mesmos.

  13. SrVoltage says :

    Boa noite,
    Eu me formo este mês em Engenharia de Controle e Automação. Estou vendo de fazer uma pós graduação em Gestão de projetos já no ano que vêm e de coninuar estudando inglês. Atualmente trabalho como técnico ganhando uns 5k, pesquiso e pesquiso e não consigo achar vagas como engenheiro que me paguem mais do que isso. Estou planejando ir para o exterior logo depois de terminar a pós graduação, para ganhar bagagem e quem sabe retornar para abrir minha própria empresa, pq emprego mesmo está meio complicado… Acabei de fazer 24 anos…

  14. Pedro Bordignon says :

    Gostaria muito de saber sobre a engenharia aeronáutica, desejo me formar no ITA(quanto à dificuldade já estou ciente, mas acredito que consigo), queria saber qual a situação dessa engenharia no Brasil e fora, se vale a pena ou devo tentar outra área.

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